Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil
Enviada em 27/11/2020
A série “The Queen’s Gambit” exibe Beth Harmon, uma enxadrista americana no ápice do seu sucesso, mas que apresenta um grande entrave pessoal e profissional: a dependência química. Infelizmente, fora da ficção, nota-se o risco do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil. Esse cenário é agravado devido à delinquência governamental, acrescida do ínfimo auxílio familiar quanto ao perigo proporcionado por tais substancias.
Em primeira análise, faz-se imprescindível a discursão acerca da intervenção do núcleo familiar, no que concerne às atitudes individuais dos jovens. Tendo em vista esse aspecto, é inegável que a conjuntura atual configura-se de tal forma que o indivíduo é coibido, desde a infância, a adotar o consumo de bebidas alcoólicas como um hábito comum e, assim, torna-se suscetível a um vício que pode perdurar toda a sua vida. O fato prova-se verdadeiro quando comparado à pesquisa realizada pelo IBGE, a qual aponta que 70% dos adolescentes, entre 13 e 15 anos, já experimentaram bebidas alcóolicas.
Além disso, outro aspecto a ser abordado tange à atuação do Estado em relação à medidas que coíbam incidências do consumo de drogas entre o contingente populacional. Há de se considerar, nesse contexto, o subsídio estatal, cujo valor prova-se exíguo para que as instituições de ensino sejam capazes de fomentar a instrução dos educandos quanto aos malefícios das drogas. Logo, esse feito mostra-se contrário ao ideário kantiano, em que o fator educacional é indicado como formador do ser.
Portanto, é dever do Ministério da Educação, em parceria com escolas, instruir os jovens contra a ingestão de álcool e afins. Essa ação deve ocorrer por meio de um investimento por parte do governo em uma plataforma online, voltada para os jovens e responsáveis, a qual contará com aulas interativas, ministradas por profissionais capacitados. Espera-se, com essa medida, conter a expansão desse consumo, bem como capacitar criticamente a população brasileira.
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