Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil

Enviada em 19/02/2021

O número de adolescentes que compram estupefacientes legais e ilegítimos vem ampliando-se, pois não há fiscalização da lei sobre a distribuição de drogas lícitas a jovens. Além disso, por causa da normalização e o descaso da família desses adolescentes.

De acordo com o artigo 243, da lei número 8069 do Estatuto da Criança e do Adolescente, é crime: “Vender, fornecer, servir, ministrar ou entregar, ainda que gratuitamente, de qualquer forma, a criança ou a  adolescente, bebida alcoólica ou, sem justa causa, outros produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica”, mas jovens os obtêm facilmente de estabelecimentos, os quais não sofrem penalidade e controle, porquanto, no capitalismo, o propósito daqueles que possuem o dinheiro e os recursos de fabricação corresponde a alcançar o máximo de provento, levando os jovens ao vício químico.

No  ramo da Sociologia, vê-se o quanto condutas, ademais incitações externas e internas, obtidas assente à coexistência gregária, dispõem relações explícitas com a cultura de uma sociedade, porém na sociedade brasileira, comportamentos não apresentam-se saudáveis, tal como o consumo de álcool, uma vez que a mídia e até as pessoas do convívio social, principalmente de jovens, normalizam e apoiam tal ato, como por exemplo, cânticos, os quais idealizam a substância como algo maduro. Conforme expressou Platão: “Não deverão gerar filhos quem não quer dar-se ao trabalho de criá-los e educá-los”.

Portanto, torna-se necessário que o Estado fiscalize as leis, contratando mais profissionais, como por exemplo, policiais militares, os quais realizarão rondas em ruas com comércios movimentados para punir casos em flagrante. Outrossim, carece às ONGs criar ademais divulgar, campanhas por meio de conteúdos nas redes sociais, pois as mesmas têm um alto alcance entre os adolescentes em prol de a temática desenrolar-se discutida.