Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil
Enviada em 19/02/2021
No Brasil contemporâneo a banalização do uso de drogas lícitas na adolescência ainda é analisado como algo normal. Isso se deve, sobretudo, a falta de uma vigilância da parte dos responsáveis com os jovens na sua pré-adolescência em diante e no querer dos jovens de fazerem parte de um grupo, custe o que custar. Desse modo, é urgente a reversibilidade do cenário em questão.
Em primeiro lugar, a observação dos pais com seus filhos pode trazer uma diferença gigantesca no futuro daqueles jovens. Essa possibilidade vem associada á capacidade de enxergar e prevenir pré-adolescentes de escolher banalizar o uso de drogas naquela idade. O espaço pra essa mudança, sem dúvidas é em casa. A confiança pode fazer com que as crianças se sintam mais confortáveis de conversar sobre esse assunto. Se formos falar com os jovens que usam drogas, grande parte vai afirmar a falta de diálogo e segurança que existe com seus responsáveis.
Além disso, a adolescência é uma época que gira em torno da reputação, isso determina como você vai ser tratado. Infelizmente, é algo que acontece muitas vezes durante a vida, podemos usar de exemplo o número de seguidores e curtidas que você tiver numa rede social vai definir o teu valor. Então, muitos jovens são influenciados a entrar em grupos de outros adolescentes que se drogam pra parecer legais, apenas para se provar bem o suficiente. Porém, mal sabem eles que aquela decisão pode acabar intervindo pro resto da vida deles, Desse modo, uma mudança de como vimos a reputação é fundamental.
Portanto, torna-se imprescindível superar a banalização das drogas licitas na adolescência. Para isso, é papel dos pais conversar e trabalhar a segurança com seus filhos. Isso deve ocorrer, para que menos jovens acabem se drogando na juventude. Outrossim, cabe a sociedade rever suas prioridades e banalidades para que possa haver a diminuição de influenciados a maus caminhos. Com isso, será assegurada a saúde das crianças.