Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil

Enviada em 14/04/2021

Desde a idade moderna, momento em que surgiu a filosoifa iluminista, a qual mudou a concepção do correto moralmente nos diferentes aspectos, presencia-se um grande desenvolvimento técnico-científico na humanidade. À vista disso, as crianças que nascem nesse contexto de mundo globalizado vem se tornando cada vez mais próximas da realidade adulta, pode-se evidenciar tal afirmativa analisando que o consumo de álcool e outras drogas por jovens está aumentando progressivamente na contemporaneidade. Isso se deve à ausência de uma fiscalização plena nos diferentes ambientes sociais e à forma em que a juventude se interage com a vida virtual.

A princípio, vale postular que segundo a Constituição Federal de 1988 é proibido fornecer à adolescendes e crianças quaisquer drogas que causam dependência psíquica ou física. Partindo desse pressuposto, a ocorrência de eventos nos quais o consumo desses produtos é constante entre essa geração, não deveria ser uma realidade tão frequente. Nesse sentido, nota-se que as fiscalizações  não estão sendo eficazes na sociedade, o que pode acarretar muitos danos a saúde da população presente nesses meios, haja vista que, sob o controle mental dessas substâncias, muitas atitudes inconsequentes e perigosas são tomadas.

Outrossim, é importante salientar que, desde pequenas, muitas crianças são expostas a uma gama de conteúdos nas mídias sociais que não condizem a suas idades. Sob essa ótica, segundo Albert Einstein, importante cientista moderno, a tecnologia excedeu a humanidade. Analogamente, é evidente que, conforme os jovens se inserem em uma realidade disturbada na qual os prazeres são expostos como algo normal e bom, através de músicas ou outras propagações, muitos querem experimentar esses produtos porque o estranho se tornou não consumir esses elementos. Diante do exposto, a inserção precoce dos jovens à vida adulta não pode ser considerada saudável e carece de soluções.

Portanto, urge que todos os governos municipais, com auxílio das escolas, visto opapel impresíndivel que elas acarretam na formação dos cidadãos, fiscalizem com maior rigor, com o apoio da segurança pública, as reuniões e festivais nos quais a população mais nova está inserida, para impedir o fornecimento dogras nesses locais. Por conseguinte, é necessário que os responsáveis pelos menores, levando em consideração a importante influência que eles deveriam possuir nas suas vidas, controlem os tipos de conteúdos visitados por essa geração dentro dos meios virtuais, através dos recursos de domínio fornecidos pelos próprios aplicativos, com o fito de impedir que os seus sucessores se percam nesses ambientes. Somente assim, as mudanças prejudiciais na mentalidade humana ocorridas desde a modernidade serão plenamente contidas.