Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil

Enviada em 06/05/2021

De acordo com pesquisas feitas em 2018, cerca de 26,8% dos jovens entre 15 e 19 anos já consumiram alguma substância alcoólica, e cerca de 7,4% entre 18 e 24 já consumiram alguma droga ilegal no último ano. Isso traz uma grande preocupação para os pais e parentes dos consumidores, além do nosso país, pois as drogas ilegais, são ilegais por um motivo, e as bebidas alcoólicas, após consumida mais do que recomendado podem trazer grandes riscos à saúde.

Estudos apontam que o álcool não possui um “volume seguro” para o seu consumo, por causa das doenças que podem ser provocadas ao curto ou a longo prazo, como câncer (boca, faringe, laringe, intestino…), doenças mentais, cirrose, alterações cardiovasculares (com risco de infarto), diminuição de imunidade, etc. “Mas se o seu consumo traz tantos malefícios, por que há pessoas que o consumem mesmo conhecendo eles? ”, o álcool, assim como qualquer outra droga, cria um vício dentro da pessoa que não pode ser controlado, os jovens por sua vez, entram no mundo alcoólico por influência de parentes e principalmente por amigos, que por não quererem ser “o” excluído do grupo, experimentam, e logo o “beber socialmente” acaba se tornando um vício incontrolável.

As drogas ilícitas são ilegais pelo grande risco a deixar o consumidor se tornar um dependente químico, isso fica pior caso aconteça enquanto a pessoa é jovem, que além de estragar o seu corpo para o futuro, poderá te causar grande amarguras e arrependimentos, com risco até de depressão. Mas o fato delas serem proibidas de comércio e produção, faz com que elas sejam vistas frequentemente no mundo do crime. Assim como as bebidas, as drogas, tanto as lícitas (cigarro, remédios…) quanto as ilícitas (maconha, cocaína…), entram normalmente na vida dos jovens como uma forma de se enturmar com um grupo de amigos ou tentar escapar de problemas que enfrentam, como usar drogas para se acalmar após brigas familiares ou estresse por exemplo.

O aumento das porcentagens citadas anteriormente preocupa o futuro do país, já que, como diz o ditado: os jovens são o futuro do país, e para termos um futuro prospero, temos que priorizar a saúde dos jovens.