Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil

Enviada em 08/05/2021

É de conhecimento geral que o consumo de álcool favorece acidentes, violências e doenças. No Brasil, dados apresentam que: 26,8% dos adolescentes já ingeriram bebidas alcoólicas. Isso ocorre tanto pela influência dos familiares e amigos quanto pela imersão às festas.

Em consequência disso, nota-se que quanto mais cedo o álcool for introduzido na vida do jovem, pior; essa decisão precoce pode acarretar em problemas de dependência e gravidez indesejada. Torna-se evidente, portanto, a ineficácia da Lei n. 13.106/105 (que proíbe oferta de bebidas para menores de 18 anos) visto que, de acordo com levantamentos, 13,2% tiveram consenso familiar. Nesse sentido, logo percebe-se a importância de não banalizar esse problema, bem como conscientizar não somente os consumidores em potencial, mas também os pais.

Dessa forma, a idade média para o primeiro contato com o álcool é de 12 anos, conforme pesquisa do PeNSE. Diante disso, temos episódios de embriaguez que terminaram em incidentes, feridos e até mortes. Sendo assim, é visto a necessidade de campanhas alertando essas circunstâncias, muitas vezes rodoviárias (21%). A Fundação Thiago Gonzaga, por exemplo, alerta sobre essa pauta com destreza, ajudando jovens; outro meio gratuito são os Alcoólicos Anônimos, uma comunidade que ajuda e conscientiza acerca do vício.

Infere-se, então, que medidas são necessárias para diminuir os impactos do consumo precoce do álcool. As ONGs devem promover campanhas de conscientização e prevenção, por meio de palestras e oficinas, a fim de mostrar os riscos do envolvimento imaturo com bebidas viciantes. Somente assim ocorrerá uma maior propagação de informação, e consequentemente, redução de problemas, tais como influências externas.