Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil
Enviada em 02/07/2021
O consumo de álcool e drogas no Brasil é muito presente e diverso. A maioria dos usúarios mantêm um ritmo constante de consumo que, em muitos casos se inicia na primeira adolescência, um longo prazo gera vícios e desencadeia problemas de saúde fomentando também, o abandono de aspectos de sua rotina para se dedicar aos novos costumes.
Primeiramente, conforme consta no artigo 228 da Constituição Federal, a maioridade penal brasileira é fixada nos 18 anos de idade. Além de relações burocráticas, essa lei processa a idade mínima para compra e consumo de entorpecentes, porém o uso ilegal é muito recorrente. A idade predeterminada pela lei, tem motivos que abrangem não só a parte legal como a capacidade física e psicológica. Segundo o CISA (Centro de Informações sobre Saúde e Álcool), jovens menores de 18 são mais suscetíveis a desenvolver dependência às substâncias. Sob essa verdade, o aumento do consumo, principalmente anterior a idade permitida, que acarreta ao futuro problemas neurológicos, respiratórios, entre outros, retira o jovem do ciclo normal de vida e o faz buscar caminhos que se correlacionem aos novos hábitos.
Ademais, sabe-se que uma faixa etária de usuários vai dos 14 aos 25 anos de idade. Dentre esses grupos, existem consumidores mais assíduos e outros que equilibram. Porém, um fato comum entre todos é a inserção desse hábito no dia a dia. Seja apenas um dia ou todos da semana, o uso está programado e se torna uma necessidade. A liberação de endorfina através do fumo ou da bebida, tira o foco das pessoas, existem casos de dependência que levam a venda de artigos pessoais para comprar drogas e, consequentemente, a frustação quando não têm etc. É perceptível quando se analisa a " cracolândia “, por exemplo, lugar na cidade de São Paulo que concentra dependentes químicos de toda idade, são pessoas que perdem a vida para o mundo das drogas, jovens que apresentam um futuro brilhante presos ao uso de substâncias. Dessa forma,
Logo, cabe a família, responsável pelo contato direto e incentivo, expor desde cedo a importância de conhecer os riscos trazidos pelo álcool e drogas por meio de exemplos pessoais e dados científicos e ao Governo Federal, criar novos programas de auxílio a dependentes como o PROERD , por meio da ampliação de tratamentos e faixas etárias atendidas. Um fim de evitar o aumento do consumo de álcool e drogas no Brasil.