Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil
Enviada em 02/07/2021
Com a consolidação da globalização no século XX, diversos hábitos foram gradativamente seno normalizados em filmes, redes sociais e etc, que o consumo de drogas lícitas ou não, pode trazer elevação no status social ou prestígio nas rodas de conversa. Nessa perspectiva, com a trivialidade dessas ações, os jovens em maioria, ultrapassam os limites e colocam em risco sua segurança e saúde. Logo, são evidenciados dois entraves: a educação social precária, bem como, a ameaça à vitalidade dos indivíduos.
A priori, o Estado, adstrito à construção social alicerçada no período colonial, precarizaram o ensino civil. Segundo sociólogo francês, Émile Durkheim, o fato social se refere aos hábitos e maneiras de agir e pensar que determinam a forma como os indvíduos se comportam em uma sociedade, os padrões culturais. Dessa maneira, os jovens, condicionados pelos outros, entram muito cedo no mundo das drogas, antes mesmo da maioridade, e quanto mais precoce o contanto, maior as chances de dependência, baixo rendimento no trabalho, evasão escolar, exclusão social, etc. Carecendo da eficiência das medidas na reeducação dos mais novos.
Outrossim, a preocupação com cocaína, crack, entre outras é válido, mas subestimar os efeitos do álcool e cigarro é um erro. É sabido que boa parte dos casos de acidentes automobilísticos e de câncer de pulmão são ocasionados por esses dois fatores, respectivamente. Desse modo, além de incidentes de carro e câncer, mulheres mais suscetíveis ao estupro por embriagez, doenças no sistema digestório, intoxicação e etc. Todos são casos que podem ser fatais para uma vítima diretamente ou não.
Portanto, medidas são necessárias para mitigar os entraves supracitados. Cabe ao Ministério da Educação, como gestor nacional da área, continuar com o programa de combate às drogas, o PROERD, garantindo melhor eficiência através da fiscalização das atividades e conteúdos, com intento de educar as novas gerações para que tenham o máximo de autonomia nos referidos casos. Destarte, é dever do Ministério da Saúde, promover palestras e debates acerca do tema, a fim de esclarecer dúvidas e dar estratégias e dicas do que não fazer, assim como, primeiros socorros para ajudar um necessitado.