Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil

Enviada em 09/08/2021

A lei antiálcool para menores aprovada em 2011 proíbe a venda ou oferecimento de bebidas alcoólicas a menores, assim como também o código penal não permite o uso de drogas ilicitas por qualquer indivíduo. No entanto, apesar dessas proibições, o consumo de bebidas alcoólicas, bem como de drogas ilicitas tornou-se comum entre os jovens. Esse cenário nefasto trás consigo diversos ricos, como perca do senso crítico e consequências que perpassam apenas um âmbito da vida.

Primeiramente, o consumo de álcool entre jovens tem como efeito a perca do senso crítico. Nesse sentido, segundo o estudo da bioquímica celular, o álcool passa a neutralizar o açucar do sangue e consequentemente reduz a produção de energia corporal, gerando sensação de sono e fadiga. Dessa forma o sistema nervoso central - sobretudo do adolescente que está constatemente formando conexões - passa a responder de maneira mais lenta a estímulos e reflexo, ocasionando a diminução de senso de julgar uma situação como normal ou perigosa, por exemplo.

Além disso, o consumo de drogas ilícitas como maconha, heroína e crack, pelos adolescentes pode ocasionar problemas nas diversas esferas da vida. Nesse viés, o adolescente possivelmente sofrerá  com problemas de saúde, famliares e consequentemente social. Evidencia esse fato na música “depoimento de um viciado”, composta pelo grupo realidade cruel, na qual o indivíduo aos 18 anos começa a usar drogas ilícitas e é acometido de doença como HIV, perde a mãe devido ao tráfico e por fim mata outros por crack e por dinheiro. Desssa forma, fica claro que o uso de drogas ilícitas gera problemas não somente ao jovem, mas também aos seus circundandes nos demais âmbitos.

Portanto, depreende-se que o consumo de álcool entre jovens contribui para a diminuição do senso de julgamento, bem como o uso de drogas proibidas afeta os diversos segmentos da vida. Assim, é necessário que a Vara da Infância e do Adolescente possa atuar junto a polícia no trabalho de fiscalização a estabelecimentos com venda de bebidas alcoólicaas, a fim de reduzir a taxa de de consumo nessa faixa étaria e consequentemente evitar os riscos dessa prática. Por fim, visando acabar com o uso de drogas ilícitas, sobretudo na juventude, o Ministério da Educação deve por meio das escolas, proporcionar palestras com o objetivo de alertar os estudantes ao perigo de tal prática e possibilitando que o mesmo não faça uso dessas substâncias.