Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil
Enviada em 12/08/2021
A constante presença de drogas tanto lícitas quanto ilícitas em festas que adolescentes costumam ir, têm gerado dados preocupantes, em que esses jovens acabam sendo impulsionados a tomarem decisões erradas. A presença de drogas ilícitas ou lícitas em festas, acabam sendo consumidas por esses adolescentes, em que as licítas são as piores das quais os jovens acabam consumindo, além de deixar eles sucetíveis ao consumo das ilicítas, eles acabam desenvolvendo o vicío no consumo destas, por se tratar de uma droga.
Em primeiro lugar, o consumo de drogas licítas por adolescentes, seja em uma festa, ou com amigos, acaba fomentando uma redução no senso crítico dos jovens, os quais estaram mais sucetivéis ao consumo de drogas ilícitas. Segundo um senso realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com adolescentes entre 13 e 15 anos: 70% já experimentaram bebida alcoólica e 10% (o que dá 312 mil jovens) já usaram substâncias ilícitas. Diante do exposto, torna-se claro a influência do consumo das dogras lícitas, no consumo das ilícitas.
Em segundo lugar, a autorização dada pelos pais para consumir bebidas alcoólicas, gera uma relação de permissividade no adolescente, em que este entederá que não somente naquele momento, mas também quando estiver com seus amigos e em outras situações. Fomentando, assim, um vicío de estar sempre consumindo estas bebidas mensalmente, e, segundo o estudo Conhecer e Cuidar, do Centro Regional de Referência em Drogas da UFMG, aponta que 20,9% dos belo-horizontinos experimentaram álcool antes dos 15 anos. Tornando evidente que, os jovens que recebem autorização dos pais para beberem acabam permanecendo com o consumo de tais bebidas.
Observa-se, portanto, que a permissividade concedida pelos pais acabam fomentando uma maior liberdade para o consumo de alcóol e outras drogas lícitas, assim, abrindo um caminho pros vicíos e o consumo de drogas ilícitas. Portanto, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), deverá propor políticas publicas visando o aumento da fiscalização dos jovens menores de 18 anos envolvidos no consumo de alcóol e outras drogas licítas, por meio de propagandas de conscientização dos pais e do propio jovem, e a realização de sensos semestrais para verificar a eficácia dessas políticas, que, combatendo o consumo das drogas licítas, consequentemente o índice de jovens no consumo das ilícitas também cairá.