Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil

Enviada em 21/08/2021

É de conhecimento mútuo que o sertanejo, gênero musical mais ouvido no Brasil (dados extraídos do Spotify), é também o principal incentivador da “bebedeira”. Entretanto, a problemática reside no fato de que a maioria dos ouvintes desse estilo - jovens menores de 18 anos - já tiveram contato com drogas lícitas ou ilícitas, pelo menos uma vez. Certamente, eles não tem noção do quanto elas são prejudiciais à saúde física e mental, podendo torna-los dependentes químicos muito cedo.

Por certo, vale destacar que o uso de entorpecentes, geralmente em excesso, produz várias doenças no organismo. Segundo o Dr. Arthur Frazão, formado na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, as principais são os distúrbios comportamentais, desnutrição, insuficiência renal e hepática. Então, ao ingeri-las, você estará arriscando contrair alguma dessas enfermidades.

Sobretudo, cabe mencionar que, por alterar os sentidos, as drogas prejudicam, principalmente, o cérebro. De acordo com pesquisadores da Universidade da Finlândia Oriental e do Hospital Universitário Kuopio, o consumo excessivo de álcool na juventude provoca descontrole no uso de drogas e também uma sensibilidade reduzida aos efeitos negativos do álcool. Ou seja, um copo cheio para o desenvolvimento de dependência.

Portanto, visando a diminuição do índice de jovens e adolescentes que consomem drogas lícitas e ilícitas, o Governo Federal deve investir, por meio da verba pública, em locais de reabilitação para jovens e adolescentes que sejam dependentes químicos. Ademais, as escolas, junto com as prefeituras, podem, através de palestras ou materias informativos, conscientizar os pais acerca dos perigos do consumo de entorpecentes na juventude. Dessa forma, toda uma geração será protegida desse mal.