Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil

Enviada em 19/10/2021

“O homem é o lobo do homem”. Essa frase do filósofo Thomas Hobbes entra em concordância com o aumento do consumo de álcool e de outras drogas lícitas no contexto da juventude brasileira, uma vez que mostra que o homem é o que mais prejudica a si mesmo. Nesse aspecto, destacam-se duas vertentes: a dependência precoce do jovem e a facilidade de acesso á drogas ilícitas.

Em primeira análise, é importante frisar que os jovens do Brasil estão cada vez mais dependentes de bebidas alcólicas. De acordo com uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, somente 30% dos adolescentes entre 13 e 15 anos não experimentou bebidas com álcool, o que resulta em um grande risco para eles, já que não possui maturidade para lidar com esse tipo de consumo e podem se viciar. Dessa forma, uma grande parcela dos jovens está ficando cada vez mais distante de uma vida saudável e duradoura.

Ademais, vale ressaltar que o consumo de álcool e de drogas como cigarro podem resultar na facilidade de acesso às ilicitas. Sob essa ótica, o escritor Napoleon Hill disse que uma pessoa é a média das outras que ela mais convive, e isso devido ao fato de que o ser humano é influenciado pelo meio em que está, o que é mais evidente nos adolescentes. Diante disso, é preciso tomar cuidado ao dar liberdade para os jovens, pois podem ter acesso a outras drogas que podem lhes  prejudicar.

Portanto, evidencia-se a necessidade de adotar medidas para diminuir o consumo de bebidas alcólicas e outras drogas no contexto dos jovens. Assim, cabe ao Governo Federal, em conjunto com o Ministério da Saúde e da Educação, fazer palestras sobre vícios e drogras lícitas e ilícitas, por meio de acordos com as escolas e instituições de ensino superiores, com o objetivo de conscientizar e prevenir que os jovens utilizam essas drogas cedo. Somente assim, as consequências das ações do lobo do homem serão diminuidas.