Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil
Enviada em 22/10/2021
O romance filosófico “Utopia” - criado pelo escritor inglês Thomas Morus no século XVI - retrata uma civilização perfeita e idealizada, na qual a engrenagem social é altamente sequencial e desprovida de conflitos e problemas. Tal obra fictícia, mostra-se distante da realidade contemporânea no tocante aos ricos do aumento do consumo de álcool e outras drogas entre os jovens, o problema ainda é combatido no Brasil. Esse panorama lamentável tem como consequência o aumento do número de doenças hepáticas, como também o desenvolvimento da dependência química. Desse modo, torna-se fundamental uma análise dessa conjuntura para reverter esse quadro.
Nessa linha de raciocínio, é primordial destaque que a carência de investimentos na área da saúde deriva da ineficácia do Poder Público, no que concerne à criação de mecanismos, os quais coíbam tais recorrências. Sob a perspectiva do filósofo contratualista John Locke, o Estado foi criado por um pacto social para assegurar os direitos fundamentais dos requisitos e relações prejudiciais. Entretanto, é notório o rompimento desse contrato social no cenário hodierno brasileiro, visto que, devido à baixa de atuação das autoridades, segundo os brasileiros acometidos de doenças hepáticas como cirrose, tem seu sofrimento prolongado e seu fígado prejudicado no portal de notícias UOL. Destarte, fica evidente a ineficiência da máquina administrativa na resolução dessa situação caótica.
Além disso, o grande aumento dos dependentes químicos em virtude do alcoolismo apresenta-se como outro desafio da problemática. De acordo com o médico Hipócrates o ser saudável, é aquele que apresenta uma harmonia perfeita em seu estado físico e mental. Tal conceito abordado é materializado no Brasil hoje, haja vista que a sociedade e o governo tratam desse assunto como tabu, o que consequentemente, gera à falta de informação social no qual os adictos não possuem tratamento adequado. Logo, tudo isso retarda o combate ao consumo de drogas e álcool na juventude, já que a dependência química é uma consequência da perpetuação desse quadro deletério.
Infere-se, portanto, a necessidade de mitigação dos entraves em prol da diminuição das demandas no risco do crescimento numérico dos casos de uso de drogas e álcool na juventude. Assim, cabe ao Congresso Nacional, mediante o aumento do percentual de investimento, o qual será proporcionado por uma alteração na Lei de Diretrizes Orçamentárias, ampliar os recursos na área de saúde para que o governo oferecer tratamento hospitalares, centros de reabilitações e palestras, com o objetivo de diminuir esse lastimável contexto. Dessa forma, poder-se-á concretizar a “Utopia” de Morus na sociedade brasileira. .