Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil
Enviada em 16/11/2021
Alcapone, um dos maiores gangster do século 20, vendia bebidas alcoólicas em plena lei seca nos Estados Unidos. Analogamente, no Brasil, é notável a utilização do álcool e outras drogas pelos jovens, o que prejudica sua saúde. Fruto, esse, não só glamorização de entorpecentes pela mídia digital, como também, pela facilidade de obtenção desses produtos. Certamente, é necessária uma resposta ativa para amenizar esse impasse.
Primeiramente, é importante analisar a influencia midiática na vida da população juvenil. A partir da Terceira Revolução Industrial, surgiu novas teologias, como a internet e televisão. Porém, essas ferramentas demonstram o lado utópico da utilização de drogas, como, por exemplo, famosos que declaram abertamente seu consumo de substancias psicodélicas. Dessa forma, o jovem é influenciado a pensar positivamente sobre o consumo desses produtos, levando-o ao vício. Conclui-se, então, que a imprensa agrava essa situação caótica.
Ademais, é necessário averiguar a oportunidade de compra de entorpecentes. De acordo com Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), aproximadamente 5 milhões de Brasileiros são dependentes químicos. Desse modo, demonstra a incompetência dos setores públicos com a problemática e torna-se evidente a facilidade em conseguir tais substancias. Logo, esse erro acarreta no aumento do número de jovens com acesso a álcool e entorpecentes. Assim, o governo contribui para a perpetuação do impasse.
Portanto, é mister, que o estado tome as devidas atitudes para resolver o empecilho. Urge, assim, que o Ministério da Justiça - órgão governamental responsável pela administração judicial do país - faça rigor as leis de combate as drogas. Isto é, por meio de uma reunião com os principais juíses de cada localidade da nação, a fim de articularem leis que englobem as diversas situações do território brasileiro, que será incrementada no código penal, e também proíba qualquer tipo de apologia as drogas nas redes sociais. Para que, assim, o Brasil possa combater as drogas e o álcool, igualmente ao que foi feito pelos Estados Unidos no século 20 contra Alcapone.