Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil
Enviada em 08/04/2022
O estado americano da Califórnia adotou a legalização como uma forma de lidar com os riscos do uso de tóxicos. Contudo, tal medida deve ser atrelada a uma forte campanha de conscientização, prejudicando os traficantes. Nesse sentido, a criminizalização das drogas e a desinformação são imperiosas mazelas estimuladoras do aumento do consumo de drogas entre jovens brasileiros.
Nesse panorama, o tradicionalismo em relação ao tema do uso de materiais maléficos é um indubitável promotor do crescimento da utilização de drogas. Sob esse viés, de acordo com o contratualista Thomas Hobbes, os indivíduos aceitam sair de seu estado de natureza para viverem em melhores condições. Porém, esse acordo é violado quando o meio regulador não é eficaz em suas proibições, porque a inibição acaba estimulando o consumo. Assim, o tecido social é lesado profundamente pelo aprofundamento da dependência química. Diante disso, o poder público é criminoso nessa situação, pois se baseia em métodos ruins, como a negação coercitiva sobre as drogas.
Ademais, a exiguidade de conhecimento é um notória incentivadora do aumento de casos de consumo de drogas entre jovens no Brasil. Nessa perspectiva, conforme a Organização Mundial da Saúde, os danos pelo uso de maconha em pessoas com menos de vinte e cinco anos de idade são, muitas vezes, irreversíveis. Mas, é mister a escassez de conscientização entre os mais novos sobre o quão maléficas as drogas são, porquanto entorpecentes, como a maconha e o álcool, podem comprometer o desenvolvimento de um cidadão. Dessa forma, sua capacidade cognitiva será limitada.
Portanto, para que haja uma atenuação do quadro atual de aumento no consumo de drogas, os congressistas devem descriminalizar entorpecentes mais leves, como o cogumelo, por meio da assistência de profissionais da saúde, como médicos, a fim de que haja um país melhor e, conseguintemente, próspero. Somado a isso, o Ministério da Educação deve criar uma matéria específica de combate ao uso de tóxicos, como a cocaína, por intermédio do uso de uma linguagem coloquial nas aulas, com o fito de se ter uma maior interação com os jovens. Por consequência, a questão das drogas será melhorada.