Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil

Enviada em 01/06/2022

De acordo com o filósofo grego Hipócrates, “o homem saudável é aquele que possui um perfeito equilíbrio entre o estado físico e mental”. Diante disso, ao observar os riscos do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil, nota-se essa situação pode ocasionar problemas de saúde nessas pessoas a curto ou longo prazo. Nesse sentido, a fim de mitigar essa problemática, é importante analisar a negligência estatal e a importância da educação.

A princípio, é fulcral ressaltar que a omissão da governança acerca da saúde pública agrava a problemática. Nessa perspectiva, apessar de assegurado no artigo 6°, da Constituição federal de 1988, o direito à saúde não se reverbera na prática, o qual é evidente ao observar os riscos que a ingestão de álcool e drogas podem causar na vida das pessoas, em especial nos jovens. Assim, muitos adolescentes acabam por ter coma álcoolico, problemas neurológicos ou até indo a óbito decorrente dessa ação. Com isso, a falta de políticas públicas de conscientização e de melhora no atendimento nessas ocasiões, é fator primordial para que jovens tenham problemas de saúde por essa prática.

Outrossim, é notório que a educação é importante aliada para a melhora desse cenário. Nesse prisma, aluda-se ao pensamento de Paulo Freire, se a educação não transforma a sociedade, ela tampouco a sociedade muda". Sob esse enfoque, com os jovens cientes dos riscos desse consumo, eles tendem a parar ou diminuir a ingestão, de modo a ocasionar menores danos para suas saúdes. Desse modo, é evidente que a falta de conscientização da população acerca desse âmbito, influi os jovens não se intimidarem a ingerir tais drogas, o que elucida a necessidade de maior atenção à educação nesse quesito.

Dessarte, fica evidente que nem todos têm conhecimento sobre os riscos da ingestão de drogas. Logo, cabe ao Ministério da Educação, pelas redes sociais, promover campanhas de conscientização acerca dos perigos desse consumo na adolescência, e ao Ministério da Saúde, por meio de investimentos, ampliar a rede de atendimento às pessoas com problemas decorrentes dessa prática, a fim de que os jovens consumam menos essas drogas, e tenham um equlíbrio da saúde física e mental. Em vista disso, o Brasil irá de encontro com a ideia de Hipócrates.