Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil

Enviada em 31/10/2022

Durante o período colonial do Brasil, o extrativismo das drogas do sertão incluíam o tabaco que apesar de ter sofrido algumas modernizações (adição de óleos essências ou mecanismo eletrônico para utilização) é comercializado até os dias atuais. Nesse sentido, o uso irrestrito do cigarro eletrônico entre os jovens brasileiros e seus efeitos é preocupante. Sob esse aspecto, convém analisar os casos de acidentes envolvendo o dispositivo e seus riscos à saúde.

Sob esse viés, é válido destacar o grande número de acidentes envolvendo cigarros eletrônicos e seus desdobramentos. Exemplo disso, são os inúmeros casos noticiados no portal G1 no último ano, relatando problemas que vão desde, pequenas falhas no funcionamento que causaram curto-circuito com consequências de pequenas queimaduras aos usuários, à maiores explosões que resultaram em grandes ferimentos, expondo totalmente os músculos das vítimas. Dessa forma, fica claro o grande risco associado ao uso de cigarros eletrônicos pelos jovens da nação.

Outrossim, soma-se a isso o alto potencial de dependência química imbuídos na nicotina (substância tóxica contida no tabaco) e seus danos à saúde. Nesse ínterim, o Doutor Drauzio Varella em seu canal do YouTube esclarece que uso de tabaco aumenta as chances de ser acometido por doenças graves como o câncer de pulmão, problemas cardíacos envolvendo hipertensão e até mesmo infarto; o mesmo também ressalta a preocupação com o aumento da exposição a essas substâncias, já que, com esses novos dispositivos os jovens estão fazendo uso dessa droga cada vez mais cedo, aumentando assim, proporcionalmente os riscos à saúde. Nessa conjuntura, não é razoável a permanência dessa situação, sendo necessário o alcance de uma solução para essa problemática.

Percebe-se, portanto, que medidas são necessárias para que o tabaco originário do período colonial não cause ainda mais danos. Para que isso ocorra, o Ministério da Fazenda, deve restringir o acesso dos menores, por meio aumento da fiscalização nos postos de venda, impedindo que menores tenham acesso a essas substâncias e equipamentos de maneira facilitada.