Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil
Enviada em 02/11/2022
Em outubro de 1988, a sociedade conheceu um dos documentos mais importan-tes da história do Brasil: a Constituição Cidadâ, cujo conteúdo garante o direito à dignidade humana. Entretanto, o consumo exacerbado de intorpecentes e de álco-ol impedem que os brasileiros usufruam desse benefício constitucional. Com efei- to, o desgaste da estrutura familiar, bem como a intensificação de problemas psi-cológicos são consequências desse aumento a serem combatidos.
Nessa perspectiva, a deterioração do corpo familiar é evidente quando o uso descontrolado de psicoestimulantes é observado. Face a essa realidade, segundo o sociólogo Emile Durkhein, “a familia é a instituiçao mais importante no desenvolvi-mento social da criança e do adolescente”. De maneria análoga, a proposição do autor é deferida quando a estrutura familiar não cede apoio ao jovem ao perceber a utilização dessas substâncias, as quais muitas das vezes é utilizado meios apáti-cos e violentos para conter o uso. Dessa forma, a influência familiar proferida por meios intolerantes ocasiona o desgaste da estrutura parental e problemas de convivência social.
Ademias, a ocorrência de doenças psicológicas é ampliada pelo uso indiscrimi- nado de álcool e drogas. Sob essa ótica, consoante a OMS houve um aumento de 25% no diagnóstico global de problemas psicológicos, além de um incremento de 15% na utilização de psicoestimulantes durante a pandemia. Portanto, infere-se uma mutualidade desses eventos que corroboram para uma potencialização das doenças mentais, as quais interferem negativamente na qualiade de vida e no di-reito à dignidade humana proposta pela constituição.
Destarte, medidas exiquíveis sao necessárias, logo cabe ao Ministério da Saúde, por meio das secretarias municipas, promover palestras acerca do uso exacerbado de psicoativos e sua influência na estrututa familiar, tendo por fito a diminuição do desampara dos jovens frente a essa problemática, além de criar programas socias de amparo as familias com filhos dependentes. Para mais, ampliar o acesso a saú- de psicológica, por meio do sus, com o intuito de minimizar as consequências do aumento dessas substâncias na pandemia. Dessa maneira, o direto constitucional seria resguardado e usufruído pela população.