Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 28/07/2020
O filósofo francês Michel Foucault alegava que a sociedade vivencia constantes negativas, assim uma delas caracteriza-se pela negligência social em respeito a saúde mental. Dessa forma, a sociedade contemporânea limita o autoconhecimento e com isso a saúde psíquica fica totalmente de lado. Diante disso, torna-se passivo de discussão não só a importância do autocuidado, mas também a consequência dessa ação para a mente humana.
Em primeira análise, a importância do autocuidado está na aquisição de hábitos saudáveis que melhoram o bem estar tanto físico quanto mental. Nesse sentido, o livro “O milagre da manhã” de Hal Elrod expõe atividades de autoconhecimento que podem ser inseridas na rotina e que com o tempo agregam no autocuidado. Desse modo, exercícios físicos e meditação estão na lista do autor, o qual enfatiza a relevância de cuidar de si mesmo para obter equilíbrio na vida pessoal, social e profissional. Nessa ênfase, o milagre em vários âmbitos está em ações diárias em buscar o melhor para si.
Por conseguinte, a cultura do autocuidado atinge diretamente na saúde mental. Nessa lógica, a mente humana necessita de atenção, e conhecer a si próprio ajuda em questões relacionadas a transtornos como a ansiedade e depressão, pois com o autoconhecimento será mais preciso evitar situações que instigam a piora dessas doenças. Dessa maneira, o filósofo Confúcio salientava que não corrigir as falhas é o mesmo que cometer novos erros, assim não realizar o cuidado com si próprio é o mesmo que permitir que a mente adoeça.
Por fim, é indispensável minimizar os problemas citados. Portanto, para que haja uma conscientização da relevância do autocuidado na saúde mental, urge que sociedade procure por meios de sites, livros e procissionais capacitados ações de autocuidado que proporcionem hábitos saudáveis. Somente assim, será possível a redução da negligência com a saúde mental por parte da população.