Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 28/07/2020

O diálogo do intelectual Fedro, citado por Platão em “O Banquete”, defende que o amor é um sentimento que desperta o que há de melhor no ser humano: as virtudes. Entretanto, a sociedade negligencia a saúde mental,  a importância da cultura do autocuidado e o Estado é ineficaz nas campanhas preventivas, isso rompe o amor entre a sociedade e o bem estar.

Primeiramente, vale ressaltar que a definição da palavra “autocuidado” significa: o ato de cuidar de si mesmo. Por conseguinte, o médico, brasileiro, Drauzio Varella informou, por meio do próprio canal no YouTube, que praticar o autocuidado é sinônimo de prezar a apropriada saúde mental. Atrelado a isso, é notório que ignorar o autocuidado é prejudicial para a saúde, pois a satisfação de viver depende de uma boa qualidade de vida.

Nesse contexto, o Poder Público segue em repouso quando ignora e não assegura medidas efetivas para sanar a problemática. Por esse motivo, é visível que somente propagandas em cartazes, promovidas pelo Estado, não serão decisivas. Dessa forma, é necessário que o Poder Público alcance o “bem comum”,uma teoria, empírica, aristotélica que afirma que a sociedade só terá qualidade de vida quando o Estado voltar as ações em prol da sociedade, ou seja, quando a sociedade praticar o autocuidado.

A virtude mencionada por Fedro, portanto, deve ser efetivada pela sociedade. Desse modo, a população deveria exaltar a cultura do autocuidado por meio de discussões, nas mídias sociais, para influenciar toda a sociedade a praticar o bem comum. Essa iniciativa, poderia ser  incentivada pelo Poder Público em que, as campanhas já promovidas, se unificariam com as mídias  sociais para promover um maior alcance  da informação. Logo, essa ação teria a finalidade de informar, com mais veemência, sobre como praticar o autocuidado no cotidiano e a importância dele como um hábito. Assim, a sociedade terá uma boa qualidade de vida.