Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 30/07/2020
Cuidado: Uma Questão de Amor
É fato que o cuidado deve estar presente na vida do indivíduo, desde o seu nascimento, quando amparado por seus responsáveis legais. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, esse tratamento com o recém nato é importante para amadurecer a sua saúde emocional e o seu vínculo com a sociedade. Ao contrário, observa-se que o cuidado como ato de amar, principalmente como amor próprio, enfrenta entraves para ocorrer. Assim, faz-se necessário um debate sobre as suas causas e consequências.
Primeiramente, é preciso avaliar as origens da falta do cuidado. Freud com a psicanálise afirma que a falta do amor próprio é proveniente de fracos relacionamentos interpessoais durante o amadurecimento do indivíduo. A pessoa que não recebeu atenção irá reproduzir esse ato em si e em outrem. Diante disso, essa fria situação infelizmente encontra-se em todas as gerações e esferas sociais.
Ademais, é importante observar as inúmeras consequências da falta de amparo. Segundo o psiquiatra e pesquisador Augusto Cury, a falta do auxílio como gesto de amor torna o homem um ser fragilizado emocionalmente e fisicamente. Em virtude disso, aparecem doenças almáticas e fisicamente codependentes como: depressão, solidão, isteria, agressividade, gastrite, obesidade, lúpus, câncer e até morte. Em virtude dessa triste realidade, faz-se necessário o contínuo conhecimento de si e do próximo.
Em suma, amar é proteger o corpo e a alma. A Bíblia exorta, em Provérbios, que os ensinamentos devem começar dos idosos aos mais novos. Isso acontece através de aconselhamentos para escovarem os dentes, pentearem os cabelos, tomarem banhos, vestirem roupas limpas e alimentarem-se de comidas naturais, diariamente. Ainda, praticarem exercícios físicos, no mínimo três vezes na semana e terem lazer com familiares e amigos, periodicamente. Enfim, conforme a Evolução afirma, a vida é uma protocooperação, relacionando um ao outro positivamente.