Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 19/08/2020
A pandemia do coronavírus trouxe novos hábitos necessários para impedir a propagação do vírus, um deles foi a necessidade de ficar em casa, o chamado isolamento social. Porém, essa obrigação de evitar o contato com outras pessoas, afeta diretamente na saúde mental de todos.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil é o país mais depressivo da América Latina, e o mais ansioso do mundo, estima-se que, o número de ansiosos e depressivos tende a aumentar com a quarentena, visto que, não pode sair pra ver os amigos e familiares. Com a pandemia muitos estabelecimentos fecharam as portas e devido ao não funcionamento muitas pessoas perderam o emprego, o vírus é novo não tem remédio e nem vacina disponível, por causa disso o número de mortes disparou. Além disso, com a tecnologia as pessoas são bombardeadas 24 horas com informações e notícias, deixando-as cansadas, estressadas e mais ansiosas.
Contudo, se os brasileiros tivessem o habito de praticar atividade física, alimentação saudável, meditação, entre outros, provavelmente, o Brasil não fosse o país mais ansioso do mundo, já que, estudou científicos provaram que essas atividades auxiliam no bom funcionamento do corpo e estimulam a produção de endorfina, hormônio responsável pelo bem estar, humor, concentração e autoconfiança, o que ajuda a combater a ansiedade e a depressão, melhorando a qualidade de vida de quem pratica o autocuidado.
Logo, visando disseminar a cultura do autocuidado no Brasil, as escolas devem introduzir a alimentação saudável, com o auxilio de nutricionistas, meditação, desde o jardim de infância e pedir para que os pais incentivarem a prática desses hábitos em casa. Além disso, as empresas também devem incentivar a praticas de atividades físicas e meditação durante o expediente, além de oferecer palestras de bem estar e saúde mental.