Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 01/08/2020

Na Grécia Antiga, a sociedade supervalorizava suas próprias imagens e seus corpos, visando a prática de esportes e os físicos esculturais, enquanto se preparavam para as Olimpíadas. Com o passar do tempo, tal prática foi deixada de lado até que, hodiernamente, os números de pessoas sedentárias ou que não praticam o autocuidado crescem de forma assustadora, o que interfere na saúde física e emocional e da população.

Primeiramente, cabe citar o livro “Anne de Green Gables”, onde a protagonista vive a ansiedade sofrida por estudantes que estão prestes a realizar exames de vestibulares, e demonstra ter autocuidado ao tirar um mês de descanso no meio dos estudos. Fora da ficção, percebe-se que se privar daquilo que faz mal a si mesmo e cuidar do corpo e da mente, são atitudes que demonstram autocuidado, o que também é visto em atividades de lazer e de descanso.

Desse modo, percebe-se que cuidar da mente é tão importante quanto cuidar do corpo, já que muitas vezes doenças emocionais acarretam em patologias físicas. Assim, realizar consultas médicas periódicas auxilia na prevenção de doenças e no cuidado com a saúde, principalmente se somados à prática de esportes e à uma dieta balanceada.

Ademais, na série televisiva “Friends” a personagem Mônica, que almejava ser cozinheira chefe de um restaurante, dispensa uma oferta tentadora, ciente de que a pessoa que lhe oferecia tinha segundas intenções com a proposta. O fato de ela ter negado, mostrou que a personagem praticara autocuidado. Análogo a isso, percebe-se que dizer “não” também é um ato de cuidado individual, dentre inúmeros outros. Sendo assim, cabe às mídias sociais e às plataformas de comunicação ensinarem sobre a importância da saúde emocional através do autocuidado.