Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 05/08/2020
Em 1923, o neurologista Sigmund Freud publicou “O Ego e a Id”, que lhe rendeu o título de pai da psicanálise. Nesse sentido, no que diz respeito à saúde mental, é certo que precisa de atenção especial, porque hoje foi colocada em segundo plano por grande parte da estrutura social brasileira. Isso pode ser comprovado não apenas pelo individualismo que surge após o advento da tecnologia, mas também pelos esforços profissionais.
Em primeiro plano, vale ressaltar que as crianças são expostas à tela muito cedo. Nesse sentido, Freud explicou que as experiências da infância podem afetar a vida de uma pessoa. Como resultado, a criança se torna cada vez mais individualista e, eventualmente, se torna um adulto anti-social, não sabe lidar com suas emoções e, por estar fechada, não pode se abrir para os outros, o que causará grande pressão mental. Isso pode levar os indivíduos a enfrentar problemas mais sérios, como a depressão. Dessa maneira, a saúde mental é colocada em segundo plano, o que, infelizmente, pode causar danos irreparáveis.
Outro fator que afeta a saúde mental é a fadiga ocupacional. Com o desenvolvimento do capitalismo e o desejo de uma vida estável, os indivíduos trabalham excessivamente, muitas vezes levam o trabalho para casa e param de descansar, o que leva a doenças mentais ao longo do tempo. Nesse sentido, o Dr. Herbert Freudenberg, em 1974, propôs o conceito de síndrome de Bournout, em que os principais influenciadores são profissionais dedicados demais ao trabalho, embora não seja considerada uma doença. Mas pode ser a porta para certas doenças, como a ansiedade. Portanto, é necessário separar as horas de trabalho e os períodos de descanso.
Portanto, como medida ampla, o Ministério da Saúde deve incentivar a busca de profissionais. Por esse motivo, é necessário mostrar às pessoas os sintomas de uma possível doença mental, divulgando o conteúdo da grande mídia para esclarecer o possível dano mental. Além disso, como ação concreta, deve-se chegar a um acordo com o Ministro da Saúde para fornecer profissionais profissionais em tempo integral que prestam serviços públicos para atender todos os aspectos da sociedade e reduzir as perdas causadas pelo estresse mental. Portanto, a saúde do indivíduo será significativamente melhorada em todos os aspectos.