Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 05/08/2020

A Constituição Federal, de 1988, prevê a todo cidadão o direito à, repouso e lazer, além do artigo 196 que garante saúde, proteção e recuperação, o que engloba a saúde mental. No Brasil atual, entretanto, a falta de mobilização do Estado, em relação a falta de investimentos em clinicas de autoajuda que deixam a população sem os devidos cuidados. Nesse sentido, convém analisar as causas, consequências e possível solução do problema  da saúde mental.

É fundamental pontuar, de início, que cultura do autocuidado é pouco analisada pelo governo, deixando a desejar em vário momentos, são causas agravantes  da falta de saúde mental a falta de lazer e repouso, onde as longas rotinas de trabalho que as pessoas são submetidas acabam por prejudicar a vida da pessoa, com aumento nos níveis de ansiedade e stress, que podem gerar outros problemas, como depressão, que é a doença do século XXI.

É imprescindível pontuar, também, que são consequências da dificuldade do autocuidado, principalmente, a falta de investimentos em clinicas de recuperação e repouso acabam por agravar ainda mais o problema da saúde mental. Isto ocorre devido a baixa importância que o governo da a este assunto, deixando a desejar o tempo todo.

Portanto, para que as prescrições constitucionais não sejam apenas teóricas, mas se tornem medidas práticas, é necessária uma ação mais organizada do Estado. Assim, o Ministério da Saúde deve promover uma campanha de autocuidado, por meio de maiores investimentos, financeiros, na área, e propagandas que demonstram a importância de se discutir esse tema, com o objetivo de garantir a saúde mental do povo e melhorar a qualidade de vida no Brasil. Espera-se, com isso, eliminar/diminuir problemas como ansiedade, stress, depressão, dentre vários outros problemas.