Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 05/08/2020
A maioria das pessoas se preocupa muito com sua saúde, infelizmente essa preocupação remete-se apenas às aparências, deixando de lado o emocional. Como já foi provado, o autocuidado pode melhorar a qualidade de vida das pessoas e até mesmo prolongar a expectativa de vida.
Visto a situação pandêmica atual, o número de casos por problemas emocionais nos prontos socorros da cidade de São Paulo aumentou consideravelmente, segundo a médica Camila Karam. A busca por ajuda especializada para os problemas emocionais mostra uma melhora na aceitação da população por auxílio psiquiátrico, que ainda é tratado como tabu por muitas pessoas.
Manter a saúde mental não é complicado, basta começar com alguns hábitos como terapia, meditação e exercícios físicos, atividades que provocam a liberação de hormônios como a endorfina e serotonina, hormônios do bem estar e relaxamento, fazendo com que o praticante tenha uma qualidade de vida melhor. Porém se enganam aqueles que dizem que o autocuidado é estar bem o tempo todo, na verdade é saber quando não está bem, e conviver com aquele momento sabendo que não é permanente. Parafraseando Tim Hansel “A dor é inevitável, o sofrimento é opcional”. Então não há porque sofrer por algo passageiro, apenas aceitar a sua passagem e esperar que acabe.
Um meio de melhorar a saúde mental da sociedade seria por meio da meditação, que deve ser introduzida na grade horária dos estudantes de ensino público e privado, para isso é necessário que os cidadãos acessem o site da Câmara de Vereadores de suas cidades, lá será possível encontrar os contatos de todos os vereadores, então, com posse dessas informações basta escrever-lhes um e-mail pedindo pela implantação da prática nas escolas. Caso seja aprovada será votada na Câmara dos Deputados, que têm mais poder e podem fazer com que a medida valha em todo o estado.