Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 06/08/2020

Segundo a OMS, a saúde é a totalidade entre bem estar físico, mental e social. A partir dessa definição, é notório observar o homem como um todo, sem descartar sua saúde mental atrelada ao seu autocuidado. Desse modo, na hodiernidade, nota-se desafios ligados ao aumento de doenças psicológicas vinculadas a aceitação própria.

É importante ressaltar, em primeiro plano, que o aumento das doenças mentais está em crescimento devido a diversos fatores, entre eles é válido citar a descontentamento pessoal, pressão social e efemeridade das relações humanas. Outrossim, esta apresenta pelo isolamento interpessoal e as conexões líquidas atuais, essa demonstra a imposição do corpo social sobre o indivíduo julgando o que deve ser ou não e aquela representa a insatisfação e a não aceitação do seu próprio eu. Assim, a frustração do indivíduo cresce e sua autoestima decai.

Sob esse viés, é válido demonstrar o papel midiático na disseminação de uma utopia de vida perfeita, seguindo os padrões impostos pela sociedade. No entanto, vendo de outra perspectiva, a mídia propaga incentivos a atenção da saúde corporal e mental, priorizando o autocuidado sem haver comparações com outrem. Nesse sentido, o uso equilibrado e com sabedoria dessas ferramentas é crucial, pois, assim como dizia Hipócrates, são as forças que estão dentro de cada ser que serão capazes de curar as doenças.

Ante o exposto, fica evidente romper com os desafios ligados a saúde mental e preservação do autocuidado. Dessarte, faz-se necessário que a comunidade aliada aos meios midiáticos e ao Ministério da Saúde promovam incentivos para a aceitação e preservação pessoal por meio de consultas com terapeutas e psicólogos disponibilizados gratuitamente pelo Estado. Ademais, o Ministério da Educação poderá implantar nas escolas companhas e palestras a respeito de doenças psicológicas e a importância de cuidar de si mesmo. Assim, será efetivada a definição de saúde apresentada pelo OMS.