Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 13/08/2020

A primeira lei de Newton afirma que um corpo em movimento tende a permanecer em movimento até que uma força atue sobre ele, mudando-o de rota. Analogamente, por caracterizar-se como um problema estático e sem grandes mudanças, o debate em relação a saúde mental somado com a importância da cultura e do autocuidado deve vir à tona. Com isso, ao invés de funcionar como uma força suficiente capaz de mudar o percurso desse empecilho, as redes sociais, como exemplo, desencadeiam problemas psicológicos, que são impostos pelo pilar social. Dessa forma, faz-se necessário discutir os impactos causados na sociedade e a necessidade de autopreservação.

Primeiramente, cabe notar que, em 2010 a revista Lancet realizou uma pesquisa com 10 mil adolescentes e concluiu que o percentual de sintomas de depressão cresce 50% para meninas e 35% para meninos. Esse fato, faz com que a formação mental de jovens seja afetada, visto que eles são sobrecarregados de informações a todo momento através das redes sociais. Nessa circunstância, futuramente, os responsáveis pela nação terão sequelas visando problemas mentais. Desse modo, torna-se inevitável a mudança do percurso encarado pelos indivíduos jovens.

Outrossim, há outro fator agravante: o Brasil está entre os cinco países mais afetados pela epidemia de sedentarismo. Nesse contexto, nota-se que a população está deixando para trás culturas que são vistas como ultrapassadas. Alguns exemplos disso são: brincar de iôiô, pipa, carrinho de rolimã, entre outras. Dessa maneira, são vários fatores contribuintes para que tal epidemia continue em alta.

Diante do exposto, cabe, portanto, que tal questão seja resolvida. Para isso, o Ministério da Cultura deve impor novas atividades para a população, incentivá-los a fazer atividades físicas, a deixar de lado redes sociais e cuidarem da saúde mental. À vista disso, construir mais parques e academias públicas, com o intuito de que todos usufruam do bem público.