Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 09/11/2020

A Grécia Antiga foi um período marcado pela saturação de corpos exuberantes descartando a preocupação com o psicológico.Dessa forma,no século XXI a mentalidade ainda se encontra em paralelo com os primórdios da Grécia Antiga.Logo,é fundamental debater acerca dessa problemática no contexto brasileiro.

A priori, faz-se necessário entender que os millennials vive a “era fitness” nas redes sociais de modo que o mais importante é a condição física do corpo assim como na Grécia Antiga.No entanto, a constante exposição com os corpos aparentemente perfeitos faz com que os usuário desenvolvam inseguranças e transtornos, ou seja, o cérebro reduz ou até mesmo para de produzir o hormônio da felicidade conhecida como serotonina.Ainda assim, é possível encontrar na internet redes de apoio que  evidenciam e espalham a cultura do autocuidado ao incentivarem as pessoas a procurarem ajuda terapêutica.

Ademais, é imprescindível observar que a sociedade brasileira ainda possui preconceitos com pessoas mentalmente instáveis.Sendo válido relacionar a realidade nacional com o filme Coringa em que o personagem principal Arthur Fleck é deixado de lado pela sociedade por apresentar transtornos mentais. Diante disso, muitos brasileiros deixam de procurar ajuda.Além disso, é extremamente problemático que o corpo social romantize comportamentos abusivos como sinônimo de virilidade quando deveriam buscar ajuda psicológica.

É indiscutível, portanto, a necessidade  da valorização do autocuidado. Logo, é frugal que o Ministério da Saúde  disponibilize uma quantidade maior de atendimento psicológico pelo Sistema Único de Saúde (SUS)  e junto com o Ministério da Educação coordene palestras para incentivar o autocuidado e a procura por psicólogos. Tal ação, pode ser efetivada mediante redefinições orçamentárias imediatas. Assim, a longo prazo, a saúde mental irá se tornar importante na sociedade brasileira desenvolvendo uma cultura de auto cuidado melhor.