Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 11/08/2020
Dito foi por Auguste Comte que é necessário “ver para prever, a fim de prover”. É fato que têm sido verificadas taxas no aumento de pessoas com doenças físicas e emocionais advindas da ausência do autocuidado e que é previsto o crescimento contínuo das mesmas. Visto que a falta de conhecimento da população e a insuficiência em investimentos do governo em projetos para o autocuidado ainda são impasses que contribuem com a problemática.
Primeiramente, vale ressaltar que para Kant, o ser humano é resultado da educação que teve. De acordo com sua perspectiva, se há um problema social, há como base uma lacuna educacional. De acordo com essa lógica, é notório que a população não busca o autocuidado pois não conhece a sua importância. Hodiernamente, o autocuidado é importante para tudo que aflige o ser humano. Do estresse até a insônia, de doenças físicas crônicas a doenças mentais como TOC e depressão.
Ademais, a negligência em investimentos do governo em projetos que promovam informações e serviços de autocuidado ainda é um grande contribuinte da falta da cultura do autocuidado e e da pouquidade de atenção à sua saúde mental. De acordo com pesquisas do IBGE cerca de 40% da população não têm acesso a atividades de lazer como leitura, cinemas e esportes.
Portanto, cabe ao Governo promover projetos que levem a importância da cultura do autocuidado para toda a população, por meio de campanhas e palestras realizadas por profissionais da área de psicologia, a fim de ajudar a população em geral a ter acesso a atividades de lazer pessoal. Além de disponibilizar materiais para que os indivíduos pratiquem em suas próprias casas, atividades de autocuidado como cuidados com a pele, manicure e meditação.