Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 15/08/2020

No Brasil, atualmente, muito se tem discutido acerca da saúde mental no século XXI, que tem sido pouco valorizada pela sociedade, de maneira a ser uma adversidade contemporânea. Essa problemática se deve pela banalização do bem estar mental e pela visão pejorativa da grande parte da população com os transtornos psicológicos.

Os distúrbios psíquicos ou transtornos mentais crescem cada dia mais no Brasil, e o faz líder de casos no mundo.

De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), quem tem depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia, TDAH, TOC, ou outra doença mental sofre ainda mais com o preconceito, a maioria da população ao saberem que um indivíduo possui algum tipo problema mental, começa a trata-lo com diferença querendo cada vez mais isolar pessoas desse tipo. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que existem 720 milhões de pessoas com transtornos mentais e cerca de 50 milhões delas estão no Brasil. A depressão e ansiedade, são, de modo geral, vistas por muitos como questões sem muita importância, de modo a serem vistos como “besteira”, “fraqueza” e como “falta do que fazer”. Essas opiniões contribuem com a desvalorização da saúde mental e dos métodos de tratamentos das enfermidades psicológicos, como a terapia, levando as pessoas a banalizarem essa questão.

Portanto, medidas são necessárias para que a saúde mental seja valorizada. Cabe ao Governo criar medidas educacionais a fim de mudar esse pensamento preconceituoso da sociedade para que haja mais harmonia. Ademais, é papel da própria sociedade reconhecer seu papel de ajudar a mudar esse cenário.