Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 18/08/2020
“A única maneira de ir rápido, é indo bem”. A frase, de Robert C. Martin, apesar de ter sido originalmente utilizada no mundo da programação, pode perfeitamente ser aplicada em um contexto geral. Atualmente vê-se as pessoas dando cada vez menos importância para o cuidado próprio, com a intenção de acelerar o seus objetivos. O problema é que diversas consequências podem atingi-las no futuro, como problemas corporais decorrentes de esforços físicos abusivos, depressão, obesidade, etc.. Como dito por Robert, o único jeito de se atingir as metas sem sequelas é precavendo-se agora.
A princípio, percebe-se que há cada vez mais indivíduos com ansiedade por aí. Problemas como desemprego, crise econômica e política e pandemias, trazem consigo um abalo muito grande na vida do povo. Nesse contexto, o que deveria ser mais incentivado são os cuidados psicológicos, como terapia e meditação. Porém, obtém-se o contrário; as pessoas esquecem de cuidar de si mesmas. A título de exemplo, cita-se o crescimento de casos de depressão e ansiedade registrado em um estudo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), decorrentes da pandemia de 2020. Dessa forma, o maior incentivo que deve-se dar agora é para que todos cuidem melhor de sua saúde, tanto mental quanto física.
Em suma, crises, que abrangem um país inteiro ou apenas uma família, fazem com que pessoas deixem de cuidar de sua saúde, o que pode causar danos colaterais no futuro. Primeiramente, cabe ao Governo, por meio do Ministério da Saúde e do Ministério do Trabalho, incentivar os empresários e donos de comércio a aliviarem a pressão exercida a um trabalhador em uma pandemia, por exemplo, dando folgas remuneradas e até mesmo apoio financeiro. Ademais, cabe a todos nós nos atentarmos mais aos nossos corpos e mentes, e menos em redes sociais e problemas adversos. Assim, pode-se evitar problemas muito maiores no futuro.