Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 17/08/2020
No Brasil contemporâneo, estamos passando pelas altas crises de ansiedade e depressão, intitulada por alguns especialistas como o mal do século XXI. Após a revolução industrial, em 1945, a inovação tecnológica, como diria Steve Jobs, tem movido o mundo. Diante disso, o “ciberespaço” torna-se o grande vilão psicológico oferecendo não só comodidade comunicativa, como também, transtornos mentais.
Primeiramente, é evidente a toxicidade e o padrão de vida imposto pelas mídias sociais, que atinge milhares de brasileiros. Segundo levantamento feito pelo SPC Brasil, a baixa autoestima atinge cerca de 56% dos brasileiros desempregados. Isso ocorre devido à exigência da sociedade que fomenta desde a infância a busca pela “estabilidade profissional/vida perfeita” que se fortifica ainda mais com o surgimento das redes.
A sociedade impõe o que é certo e o que é coercitivo. Na música “Pressão Social”, da banda brasileira Plebe Rude há uma analogia entre espada e a imposição social que não permite ninguém esquecer que é necessário ser alguém, tal afirmativa retrata a realidade da geração Z, que gradualmente não se contenta com o que tem e tende a querer sempre mais, pois é imposto que ela precisa ter o mais breve possível bens e títulos para poder fazer parte do corpo social, não conseguindo realizar tais feitos decepciona-se e começa a se ver como incapaz, resultando em problemas da psique.
Portanto, é necessário medidas capazes de fazer com que acabe os problemas. O Ministério da Saúde em conjunto da mídia oferecerem um acolhimento ao povo por intermédio de atendimento psicológicos, com a finalidade de cientificar a população sobre os transtornos e das consequências do narcisismo. Fazendo com que o ciberespaço se torne cada vez menos nocivo.