Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 17/08/2020

No Brasil, vem ocorrendo muitos debates envolvendo a importância da saúde mental e da cultura do autocuidado, uma vez que, era pouco apreciada pela sociedade como um adversário moderno. Esse problema decorre da banalização do bem-estar mental e da percepção pejorativa de grande parte da população com transtornos mentais, muitas vezes afetando a si mesma.

Analogamente, as características da sociedade atual favorecem as crises humanas, causando uma ansiedade alarmante. No entanto, infelizmente, grande parte da população não dá atenção suficiente à saúde mental, ou seja, em geral são vistos por muitos como “bobagens”, “fraquezas” e “falta do que fazer”. Essas opiniões contribuem para uma desvalorização da saúde mental e do tratamento da doença mental, levando as pessoas a banalizar o assunto.

Conseqüentemente, tal problema gera vergonha biológica, o que é comum na vida de uma população problemática. Estudos do National Health Service mostram que a ansiedade é marcada por alterações hormonais na serotonina, conhecida como hormônio do prazer. Grande parte da população convive com o transtorno apresentado pelas pesquisas, mas é indiferente aos perigos, tomando contra-medidas inadequadas e temerárias para combatê-los. Até que essas ameaças tenham o devido peso, os indivíduos continuarão a lutar contra um dos problemas mais sérios da atualidade.

Diante dos fatos mencionados acima, para amenizar o problema causado pelas crises humanas, o Ministério da Saúde, em conjunto com a mídia, além das campanhas midiáticas, deve ajudar a população no enfrentamento das crises generalizadas por meio de atendimento individualizado em centros especializados de tratamento. Essas iniciativas têm como objetivo incentivar as pessoas a procurarem ajuda médica especializada, bem como informá-las sobre os reais problemas que a doença pode causar.