Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 18/08/2020
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), aproximadamente 5,8% da população brasileira - ou 11,5 milhões de pessoas - sofrem com depressão. Diante disso, especulam-se inúmeros fatores que podem estar desencadeando essa doença, a qual cresce exponencialmente ao longo dos anos. Com base nisso, um assunto que vem ganhando espaço e que precisa de mais atenção é a saúde mental e a importância da cultura do autocuidado. Sendo assim, deve-se destacar dois tópicos: maneiras através das quais adotar essa cultura e as consequências negativas em não fazer isso.
Em princípio, pode-se afirmar que o autocuidado deve ser um hábito na vida das pessoas, uma vez que significa cuidar de si mesmo e adquirir seu bem-estar. Para isso, certas atitudes devem ser tomadas, como por exemplo a prática de exercícios físicos, que ajuda no sono, apetite e garante o bom funcionamento dos intestinos. Além disso, encontra-se na higiene a prevenção de muitas doenças, já que a OMS indica que lavar as mãos reduz em 40% o contágio de gripe, diarreia etc. Dessa forma, ao adquirir esses hábitos, estará cuidando de si próprio e evitará posteriores problemas.
Ademais, deve-se atentar às problemáticas decorrentes da ausência do autocuidado na vida de uma pessoa. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o estresse atinge 70% dos brasileiros, problema que pode ser amenizado através da hábito do autocuidado. Em paralelo a isso, aqueles que se recusam a praticar atividades físicas tendem a sofrer com o sedentarismo, doença que acomete cerca de 70% da população mundial. Sendo assim, depreende-se que a cultura do autocuidado e a saúde mental são imprescindíveis também para a saúde corporal, prevenindo inúmeras doenças que assolam a sociedade atualmente.
Portanto, para que as pessoas cuidem mais de si mesmas, determinadas instituições devem se mobilizar para propagar essa ideia. Primeiramente, cabe às escolas disseminar os benefícios da prática de atividades físicas, através da implementação de uma disciplina no componente curricular - ou modificando uma já existente -, a fim de propor o esporte aos alunos de uma maneira mais dinâmica e participativa, reduzindo, assim, os índices de sedentarismo entre os jovens. Além disso, o Ministério da Saúde deve promover campanhas publicitárias em locais como instituições de ensino e postos de saúde, com o objetivo de conscientizar a população a respeito dos hábitos higiênicos e sua importância (como a prevenção de doenças). Através disso, os dados da OMS não mais serão um problema para a sociedade.