Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 18/08/2020
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a saúde é conceituada como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de uma doença ou enfermidade”. É notório que no mundo contemporâneo temos nos preocupado mais com a nossa saúde física do que com a nossa saúde mental. Queremos ser saudáveis no corpo, mas nos esquecemos de cuidar da nossa mente. Somos incapazes de administrar emoções, sejam elas boas ou más. Não fomos treinados para isso.
Em uma sociedade capitalista, onde a maior preocupação é o dinheiro, e sempre prioriza o trabalho exaustivo, o autocuidado e a saúde mental, vira algo fora da realidade, o que faz com que muitos brasileiros sejam iguais ao Maicon (do filme), gerando assim aumentos incontroláveis nos índices de obesidade, depressão, suicídios e autoestima baixa, etc.
Com a preocupação sempre no trabalho, as idas ao medico, para exames de rotina, quase nunca acontecem, muito menos as idas ao terapeuta, como diz a psicóloga Sheron Feder “a terapia é o momento da pessoa com ela mesma”, mas a rotina de um trabalho exaustivo não permite. Por conta da preocupação com trabalho e da falta de exercícios físicos, Alguns adultos tende a sofrer de algum transtorno mental, ao longo da vida.
Portanto, o autocuidado é um fator de extrema importância na vida de um indivíduo. Por este motivo é necessário que o Governo Federal invista em novas políticas públicas para orientar a população brasileira a respeito de tal prática, de modo que ocorra a massificação do termo na sociedade, por meio de propagandas a respeito do tema e aulas livres e gratuitas para que assim todos aprendam sobre as práticas e o autoconhecimento a fim de que os brasileiros se tornem mais independentes, conheçam seus limites e cuidem mais de sua saúde corporal e mental. Pois como disse Sócrates “O verdadeiro conhecimento vem de dentro”.