Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 19/08/2020
O equilíbrio das funções mentais é essencial para um convívio social saudável e produtivo. A OMS informa que o Brasil está em quinto lugar no ranking de países mais depressivos do mundo, e que a cada 45 minutos uma pessoa comete suicídio, contabilizando 32 pessoas diariamente. O estímulo de práticas que mantém a saúde integra são a chave para um melhor convivência com outras pessoas, e consigo mesmo.
O autocuidado pode envolver várias esferas. Não é fechada apenas consultas ao médico e atividade física, nem em desenvolver habilidades ou a atribuir conhecimentos. Ela envolve tudo sobre cada um, como a forma como cada age e lida com sentimentos intensos, como os controla, ou como se despede deles. Autocuidado também envolve autoestima e confiança, embora essa possa ser aprendida, o quanto você se julga capaz e válido é algo muito mais complicado de desenvolver.
É de extrema importância que todas essas esferas que envolvem a disposição e capacidade de alguém sejam exploradas, procurando o melhor para a saúde plena de um indivíduo, onde ele tem bem estar físico, mental e social. E que seja capaz de manter autocontrole e trocar informação, assim como realizar atividades.
A vista disso, com incentivo de autocuidado, é possível mudar a visão das pessoas sobre o seu próprio jeito de agir perante a si mesmo e as pessoas ao seu redor. É fundamental que atividades que busquem o aperfeiçoamento, reflexão e saúde sejam estimuladas por agentes como a escola e o ambiente de trabalho, como intervalos para “esticar” as pernas, meditação ou seções de terapia. Cuidar da saúde mental é cuidar da saúde, logo, reconhecer limitações, entender sentimentos, e estar bem consigo mesmo, é a preservar vida.