Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 08/09/2020

De acordo com a lei da inércia de Newton, quando nenhuma força é aplicada, o corpo humano tende a permanecer imóvel. Fora da física, por negligenciar a importância do autocuidado físico e mental, pode-se sentir a mesma situação, que pode ser resolvida sem intervenção. Nesse caso, o impasse persiste não apenas por causa de problemas sociais, mas também por causa da má influência da mídia.

Em primeiro plano, é preciso atentar para a lenta mudança da mentalidade social frente ao problema. De acordo com Durkheim, os fatos sociais são uma forma coletiva de pensar. Nessa lógica, é possível perceber que o problema é fortemente promovido pelo pensamento coletivo, pois se as pessoas crescem em um ambiente social e não se importam com a saúde física e mental, tendem a adotar esse comportamento. Isso torna sua solução mais complicada.

Outro problema relacionado é que a mídia não contribuiu muito para resolver o impasse. Segundo Pierre Bourdieu, o que foi criado como instrumento de democracia nunca deve se transformar em mecanismo de opressão. Nessa perspectiva, percebe-se que a mídia não tem promovido debates para aprimorar o debate sobre o tema, pois o debate não melhora o nível de informação das pessoas sobre os métodos de autocuidado (como alimentação saudável, meditação e ciclos regulares de sono). Qualidade de vida pessoal.

Portanto, é claro que esses obstáculos precisam ser enfrentados. Portanto, com o apoio de organizações não governamentais, especialistas na área, como psicólogos e professores de educação física, devem tomar medidas para reverter a influência negativa da mídia sobre o assunto. Tais ações devem ser realizadas nas redes sociais por meio de newsletters que alertam sobre a real situação do problema. Você também pode criar uma “tag” para identificar esportes e ganhar mais visibilidade para conscientizar as pessoas sobre a necessidade de buscar e valorizar o próprio bem-estar.