Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 21/10/2020

A descoberta da Penicilina, por Alexander Fleming, foi um importante marco científico, sendo que, a partir desta descoberta, milhões de vidas foram salvas. Hodiernamente, no Brasil, os cuidados com a saúde mental são essenciais para preservar a vida, porém, há também dificuldade na realização disso, originando uma problemática. Logo, nota-se que esse problema, cuja causa relaciona-se à negligência estatal, gera consequências negativas para o corpo social.

Mormente, é necessário pontuar o descaso estatal como a causa central dessa adversidade. Conforme a Constituição Federal, promulgada com base nos Direitos Humanos em 1988, a saúde é direito de todos e dever do Estado. No entanto, observa-se a ineficiência governamental a respeito do combate às doenças mentais, tendo em vista que, infelizmente, a demanda atual é superior ao que o SUS suporta. Dessa maneira, esse desmazelo do Estado representa uma das causas desse imbróglio.       Ademais, entende-se que há consequências nocivas ao indivíduo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão é a principal doença na carga global de doenças no mundo. Nesse sentido, entende-se que há uma discrepância das doenças mentais em relação às de outras categorias no mundo atual e, consequentemente, no Brasil contemporâneo, sendo necessário, urgentemente, movimentação governamental para amenizar esse ameaçador número.

Portanto, medidas são necessárias para a resolução desse empecilho. Posto isto, o Ministério da Saúde deve promover campanhas informativas por meio das redes sociais, como: Facebook, Instagram e Youtube. Essa ação será idealizada com o intuito de conscientizar o corpo social acerca das doenças mentais que podem ser adquiridas por qualquer pessoa que apresente algum sinal suspeito. Feito isto, as apresentações em mídia social serão realizadas por profissionais da saúde especializados em saúde mental, para que haja um conhecimento de todos os cidadãos acerca dessas informações. A partir dessa mobilização, espera-se a redução dos altos números de doentes mentais no século XXI.