Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 22/08/2020
E afinal, quem é o louco?
O conto literário “o alienista”, do Machado de Assis, apresenta um cenário um tanto exagerado, donde um médico recebe o poder de internar os seus semelhantes, alegando que eles estavam loucos. Hoje analogamente, a saúde mental virou debate, e a cultura da auto ajuda se tornou um motivo esfarrapado para denotar alguém conforme se vera.
A começar, o problema desta se apresenta mediante a história. Segundo Foucault, em seu livro “a história da loucura”, a loucura tem sido usada como objeto à retirar alguns infortunos do meio social, devido a desarmonia entre os valores. Deste modo, a sociedade como entidade, prescreve a loucura aqueles que são diferentes, podendo ocasionar em processos discriminatórios horrendos, como no dito a seguir.
De fato, consequentemente, aparece as origens do preconceito. Marco Feliciano, deputado federal, em dado momento da sua carreira tentou passar na câmara, uma suposta “cura gay”, comparando os homossexuais aos doentes psicológicos. Tal tentativa merece ser analisada com repúdio, vai contra a democracia e todas as conquistas suadas de uma cultura que é tão oprimida em solo nacional.
Em termino, o amenizar desta problemática é destinado ao ministério da educação, por meio de palestras ou incremento de aulas, a disposição dos autores aqui citados para um número maior de pessoas, em acréscimo a toda uma estrutura de debate, no intuito de praticar os conhecimentos adquiridos, assim fazendo uma população mais cociente. Para que deste jeito, o conto fique apenas no papel.