Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 04/09/2020

O filme ‘’Nerve’’ demonstra como as redes socias e as pessoas inseridas nelas, podem ser toxicas e prejudiciais, o filme mostra pessoas que fazem de tudo para ganhar likes e seguidores, e para viralizar, estão dispostas até mentir e forjar situações dentro da rede. Relacionada a saúde mental da sociedade, observar e visualizar esse tipo de conteúdo o dia inteiro sentados, deitados, sem nenhum tipo de autocuidado, pode causar transtornos que afetam corpo e mente.

Passar mais tempo em redes e sites significa perder a oportunidade e tempo de fazer outras atividades, elas impedem a dedicação aos exercícios físicos e ao autocuidado, transtornos mentais e doenças são muito comuns quando as redes são usadas desenfreadamente sem cuidado como, depressão, ansiedade e sedentarismo. O estilo de vida sedentária é o mais adotado e o que mais prejudica a saúde mental, ele aumenta os níveis de ansiedade e estresse, solidão e interação socias, são combinações muito perigosas e que precisam da devida atenção.

Uma pesquisa apresentada pela ‘’University College London’’ apontou que 38% das pessoas, principalmente adolescentes passam mais de cinco horas por dia em contas virtuais, e são os que mais mostram sinais de depressão e ansiedade, a maior parte do seu tempo se dedicam a estar na frente de um celular, olhando o que outras pessoas postam e compartilham, acabam se esquecendo de cuidar de sí mesmos, e se esquecem da vida real. O autocuidado é garantir mais qualidade de vida, promover e priorizar a própria saúde e bem estar, então é de tamanha importância olhar para sí mesmo.

Contudo é de grande relevância cultivar o autocuidado na atual sociedade, por meio das redes sociais incentivar a pratica de exercícios físicos e outras atividades fora de casa, e então por meio de propagandas, posts e vídeos propagar a cultura de cuidar de si mesmo, a fim de que priorizem a saúde mental e fisica, e não o que está online na rede, assim o autocuidado pode viralizar e se tornar algo rotineiro.