Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 05/09/2020
No contexto atual, em uma sociedade que possui fácil acesso à informação de todos os tipos, mas, muitas das vezes, as pessoas não se conscientizam sobre sua própria saúde. Como o filósofo chinês Lao Tse uma vez disse, “Aquele que conhece os outros é sábio e aquele que conhece a si próprio é iluminado”, enfatizando que o autoconhecimento é essencial para condições de vida melhor, evitando até doenças mentais.
Tendo em vista esses aspectos, as pessoas se sentem perdidas em relação ao seu bem estar, uma prova disso é o índice de ansiedade que no Brasil é o mais alto do mundo, sendo 9,3% da população (de acordo com a OMS). Além disso, um estudo realizado em 2018, comprova que o nível de obesidade entre os adultos de 23 a 44 anos vem aumentando em quase 10% (Ministério da Saúde), comprovando que a população está esquecendo que o autocuidado é uma forma de melhorar como pessoa. Pessoas do grupo afetado por doenças psicológicas e físicas não procuram ajuda por não terem a consciência da gravidade de seus problemas, achando que se conhecem bem o suficiente, no entanto, a situação é outra.
Entretanto, a facilidade de obter autoconhecimento e entendimento sobre transtornos é alta,assim sendo uma fonte de auxilio. Existindo até mesmo campanhas para que pessoas que estão em um estado urgente, se chamando “setembro amarelo” que visa a diminuição dos números de suicídio envolvendo transtornos mentais desde 2014 (que a taxa era de 96,8%), a Associação Brasileira de Psiquiatria, em parceria com o Conselho Federal de Medicina, organizam esse evento. Contudo, as formas que existem de amparo apara essas pessoas é bem ampla, sendo uma forma de melhorar a vida de milhares de pessoas.
Logo, uma solução para que os índices diminuam, é de as escolas ensinarem desde cedo ensinar as crianças se conhecerem e se desenvolverem, assim, gradualmente a cultura da autoajuda iria se reforçar na sociedade de um jeito que seria duradouro e não muito complicado.