Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 04/09/2020
Desde a Idade média (476-1453), os cidadãos que sofriam com doenças relacionadas a saúde mental eram tachados como loucos. E a igreja católica via como uma heresia. Modernamente, a saúde mental e o autocuidado são frequentemente banalizados pela sociedade visto que grande parte ainda tem outras prioridades a frente. Ademais o preconceito criado pelo machismo que leva a resistência da busca de ajuda pela maioria dos homens.
Primeiramente, é de fato muito importante expor o problema pela sua raiz: Grande parcela da população brasileira tem como prioridade sua carreira profissional. O filme ‘‘O corte’’ (2006), retrata o estresse que Bruno Davert (personagem principal) coloca-se quando deixa de se autocuidar e preocupa-se apenas com seu trabalho, o que acaba prejudicando seu desempenho. Esta realidade é crescente ao analisar o cenário contemporâneo brasileiro visto que 80% da população acaba nesta conjuntura.
Outro aspecto a ser abordado, é a questão do machismo desenvolvido que afasta muitos homens ainda de ter um autocuidado efetivo. Segundo a psicóloga Elaide Silva, o machismo molda comportamentos de acordo com o ideal de masculinidade infalível. O homem é ensinado pela sociedade a ser autossuficiente o que por muitas vezes gera impactos e causa sofrimento quando não é alcançado este padrão masculino.
Diante do exposto, é necessário portanto, que medidas sejam tomadas. Posto isso, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) por meio de convenções anuais nas empresas a fim de valorizar a importância do autocuidado, e de ter uma saúde mental estável, beneficiando o funcionário com atendimento especializado e apoio, e o donos com maior rendimento em suas empresas.