Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 07/09/2020
A “Declaração Universal dos Direitos Humanos” emitida pelas Nações Unidas em 1948 garante a vida, a saúde e o bem-estar social de todas as pessoas. No entanto, a doença mental global impede que parte da população goze deste direito universal na prática. Nessa perspectiva, é necessário avaliar os fatores que contribuem para esse problema de inércia.
A série de filmes americanos “13 Reasons” descreve a história de Hannah Baker, que era adolescente, sofreu bullying, violência sexual, decepção amorosa, etc., e sofreu de depressão. Da mesma forma, muitas pessoas enfrentam esses problemas no século 21. Na maioria dos casos, o sofrimento psíquico passa despercebido, o que pode levar à automutilação ou mesmo ao suicídio, comportamento violento contra si mesmo, como aconteceu com Hannah. Além disso, como argumentou o filósofo Sartre, não importa como a violência se manifeste, ela é sempre um fracasso, neste caso, é um fracasso para toda a humanidade.
Além disso, como afirma a revista Isto, na maioria dos casos, é difícil para os jovens manterem um diálogo com os pais, o que os faz esconder seus sentimentos. No filme “Precisamos falar sobre Kevin”, Kevin sofre de várias doenças mentais e, devido ao diálogo insuficiente com sua mãe, toma atitudes radicais. Por analogia, essa situação não só é incomum no mundo ficcional, pois, de acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde, cerca de 14,1 milhões de brasileiros já foram diagnosticados com algum tipo de transtorno mental.
Em resumo, diante dos argumentos acima, o Ministério da Saúde e a Organização de Saúde trabalham com a mídia para promover anúncios que revelem os riscos das principais doenças que afetam o século 21 (como depressão e ansiedade) e mostram o testemunho das pessoas. Por meio de psicólogos e especialistas em psicoeducação, eles estão no momento mais grave dessas doenças. Desta forma, pode se livrar do impasse causado pela sociedade.