Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 08/09/2020
o acesso à educação acerca da saúde mental é de extrema relevância para a formação social do indivíduo. O livro “21 lições para o século 21”, aborda a importância do autocuidado e como se adaptar as novas atualidades da modernidade. infelizmente, à escassez de detrimentos favoráveis ao autocuidado é nítido no brasil, causando diversos problemas psicológicos e inúmeras mortes anualmente. Esse problema é agravado, principalmente, devido à ineficácia legislativa quanto as necessidades de indivíduos que sofrem com problemas emocionais e à falta de apoio social e midiático.
Nesse contexto, vale ressalta, o esgotamento profissional colabora para deixar a saúde mental abalada. Com o crescimento do capitalismo e a vontade de uma vida estável, o individuo trabalha de forma exagerada, muitas das vezes levando o trabalho para a sua casa deixa de descansar psicologicamente. Vale ressaltar, segundo o médico Hebert Freudenberg, em 1974, explicou o conceito da Síndrome de Bournout, aonde os profissionais são os mais afetados. Averiguando esse contexto, o envolvimento excessivo com o trabalho pode ser ua porta para alguns transtornos, como a ansiedade.
Além disso, para muitas famílias tradicionais, a saúde mental ainda é um ponto delicado a ser abordado, já que, até há poucos anos, pessoas com depressão, transtornos alimentares ou com outras enfermidades que envolvessem a psique humana eram tratadas como loucas, deixando muitos jovens receosos de ir atrás de ajuda. De acordo com a terceira lei de Newton, toda ação gera uma reação de mesma intensidade que vai de encontro à ação praticada, ou seja, sem um cuidado eficaz da saúde mental, a saúde física também sofrerá consequências. Desse modo, para que os distúrbios psicológicos deixem de assolar a juventude hodierna, é necessário que essas questões deixem de ser um “tabu” no ambiente familiar.
Destarte, medidas são necessárias para corrigir os impasses do adoecimento mental na modernidade. Portanto, cabe ao Ministério da Saúde, em conjunto com as prefeituras, disseminar a necessidade das atenções com a saúde mental, propondo palestras nas associações de bairro e escolas públicas, ministradas por psicólogos e psiquiatras, a fim de orientar e amparar toda a população, além desses 11 milhões de brasileiros enfermos. Sendo, por conseguinte, a diligência governamental e a o acesso à informação as forças capazes de mudar o rumo do problema: da existência para extinção.