Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 18/09/2020
A saúde mental e o autocuidado têm sido de grande preocupação para a sociedade no século XXI. Em 1988, Ulysses Guimarães promulgou a carta magna, e promoveu que a saúde e o bem-estar deveriam ser garantidos a todos, porém, nos dias atuais não é isso que acontece, os tempos modernos são constantemente marcados pela pressa e ansiedade, causando transtornos emocionais no ser humano.
Como diria Sigmund Freud, considerado pai da psicanalise, “Somos feitos de carne, mas temos de viver como se fôssemos de ferro”, tal frase permite refletir aquilo que vivemos, pois com a evolução do capitalismo, o ser humano tem se submetido a trabalhar de forma excessiva em busca de uma economia estável, o que lhe confere pouco tempo para o autocuidado e colateralmente lhe causa desgaste físico e mental.
Por conseguinte, tal problemática gera embaraços frequentes. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada 4 pessoas, 1 tende a ter problemas psicológicos, como depressão, esquizofrenia e ansiedade. Neste viés, é evidente que o ser humano tem a necessidade de realizar o autocuidado, conciliando seu tempo, realizando atividades físicas, terapias, lazer e alimentação equilibrada.
Depreende-se, portanto, de extrema importância, que o Ministério da Saúde, junto ao Governo e à mídia, promovam campanhas publicitárias sobre o autocuidado e criem centros especializados em atividades que trabalhem o bem-estar físico e mental da sociedade. Além disso, é necessário que sejam mais rigorosos com as leis trabalhistas e aumentem o salário mínimo. Cabe, também, às pessoas estabelecerem uma alimentação balanceada e procurarem atendimento profissional para os instruírem e ajudá-los a gerir seus problemas, através de consultas de qualidade. Logo, o aumento de casos relacionados ao equilíbrio mental será limitado.