Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 24/09/2020
Falta da compreensão do autocuidado e sedentarismo. Ambos são malefícios que colaboram na decadência da saúde mental pública, de modo que distúrbios mentais venham a ser mais comuns entre a população, como o exemplo da depressão, que no Brasil de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), atingiu o marco de 5,8% da população, taxa acima da média global, que é de 4,4%.
Em primeira instância, visando a atual situação da educação no país, deve-se levar em consideração o ranking desenvolvido pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que divulgou uma média mundial de qualidade de educação afirmando que entre os 76 países avaliados, o Brasil ocupa a 60ª posição. Considerando a baixíssima posição que o país ocupa no ranking de educação mundial, é necessário notar que sem a educação e o ensino do autocuidado, as pessoas irão desenvolver transtornos psicológicos com uma maior facilidade, de modo que a saúde mental pública seja afetada.
Ademais, com a alta taxa do sedentarismo no país, que de acordo com a Organização Mundial da Saúde alcançou metade da população brasileira atingindo o marco 47% das pessoas em idade adulta que não praticam atividades físicas, deve-se afirmar que os indivíduos sedentários possuem problemas de autoestima, autoimagem, depressão, aumento de ansiedade, e de estresse, uma vez que também de acordo com a OMS, todos esses malefícios são causados pela escassez de atividades físicas.
Tendo em vista os argumentos citados anteriormente, são necessárias medidas para resolver tais complicações. Assim, o Ministério da Educação com a finalidade de melhorar a saúde mental pública, deve através de escolas públicas e particulares desenvolver campanhas e aulas específicas voltadas para a compreensão do autocuidado e o incentivo ás atividades físicas.