Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 29/09/2020

“Tente mover o mundo, mas comece a mover a si mesmo” já dizia Platão, um grande filosofo da Grécia Antiga com uma reflexão de automotivação para o crescimento do próprio “eu”. Entretanto, dentro de uma sociedade que avança com rapidez as suas tecnologias, regride no senso de altruísmo, movidos por cargas horárias de trabalhos e estudos intensos comprometendo o desenvolvimento intelectual e emocional do ser humano.

Sob uma primeira análise, o mundo gira em torno dos esforços do ser humano que dedica intensas horas do dia para manter-se ativo no mercado de trabalho. Assim como, milhões de estudantes se esforçam ao máximo, dia e noite, para alcançar seus sonhos que tanto almejam. Contudo, sacrificam seus intervalos para o lazer, momentos de descanso e relacionamentos com o fim de buscar a felicidade, que muitas vezes é incerta.

Nesse contexto, por haver sacrifícios, também há o desgaste mental, físico e intelectual. Segundo a OMS, em suas pesquisas no Brasil, cerca de 5% da população sofre de depressão que é quase 12 milhões de pessoas contendo essa doença psicológica, sendo um reflexo direto da não aceitação pessoal, problemas de relacionamentos, decepção ao não conquistar os objetivos de vida, etc. Esses são motivos pelo qual a autoestima está associada, um fator determinante para o desenvolvimento do indivíduo tanto pessoalmente quanto socialmente.

Diante disso, das problemáticas supracitadas, medidas devem ser imposta por meio de campanhas nas escolas em relação aos exercícios físicos, como torneios e competições que estimulem, desde crianças, a importância do mesmo, também a construção e manutenção de parques para a população usufruir da natureza, sendo promovidas pelo MEC e pelo poder executivo. Para assim, o desenvolvimento do “eu” venha ser uma engrenagem para mover o mundo, assim como foi dito por Platão na Grécia Antiga, fortalecendo a harmonia e a cooperação social.