Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 19/10/2020

No filme cinematográfico “Por lugares incríveis”, é analisado acerca de uma jovem com traumas psicológicos por conta da morte de sua irmã. Nesse sentido, a resenha foca na trajetória de Finch, um jovem com problemas mentais que tenta restaurar o amor e aceitação dessa jovem, mudando sua vida. Fora da ficção, é fato com a realidade traz questões impactantes da saúde mental e do autocuidado na vida social do século XXI, a saber, a falta de tempo para atividades, em consonância, a perca da identidade.

Em princípio, é considerável trazer o discurso do físico Edward Lorenz, em sua “Teoria do caos”, na qual são situações que, por quaisquer mudanças em suas condições iniciais, podem apresentar resultados completamente diferentes no futuro. Nessa lógica, a saúde mental precária, proporcionada pelo indivíduo está em convergência ao pensamento de Edward, visto que a situação inicial de modificar o estilo de vida da população, por conta do aumento industrial, causa desiquilíbrio no controle do tempo reservado para o indivíduo nas horas de lazer e aproveito. Dessa forma, o mundo revolucionário transforma a vida social, estipulando menos proveito e bem-estar a saúde. Faz-se imprescindível, por isso, a dissolução dessa conjuntura.

Outrossim, é valido ressaltar que, conforme São Tomás de Aquino, em sua parábola do “Duplo Efeito”, a qual explica que uma ação, após efetuada, pode gerar consequências positivas ou negativas. De maneira análoga, a importância do autocuidado perdida na sociedade vai de encontro à perspectiva do pensador, dado que, o ato de desfavorecer essa autoestima predominante e necessária, gera-se, por consequência, modificações na mentalidade e no físico da vítima. Com base nisso, a identidade é atingida pela perda da procura de se tratar tanto externo, quanto interno, sendo prejudicial a ordem social e, por conseguinte, torna-se contestável quando estipulado sem consentimento.

Portanto, fica evidente que tome medidas especulantes para uma construção eficaz da saúde mental e a importância do autocuidado na sociedade brasileira. Para tanto, cabe ao Estado, que tem o poder de fiscalizar e regulamentar suas instituições, a reorganizar novos recursos referente ao problema, por meio de desenvolver propagandas publicitárias sobre o autocuidado na sociedade moderna e como preservar isso, e também estipular programações gratuitas ao ar livre, para promover o descanso mental e na utilização de práticas físicas com tutores especializados, a fim de alcançar o maior número de pessoas a saírem do comodismo e seu sedentarismo. Para que, assim, como no filme “ Por lugares incríveis”, sobre a persistência de mudar a vida do colega ao seu lado, torne uma mudança global, seguindo um novo caminho para a saúde da nova geração.