Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 09/11/2020
Na obra dramática “O Lado bom da vida”, de Matthew Quick, os transtornos psicossociais que caracterizam as personagens apresenta os desafios em virtude da luta contra a ansiedade e depressão para a estabilidade da saúde mental. Hodiernamente,a saúde mental degenerada pela falta de equilíbrio entre as atividades e esforços do cotidiano, impossibilita o indivíduo de atingir a resiliência, desenvolvendo problemas psicológicos que afetam toda a população brasileira. Nesse sentido, percebe-se que esse problema de saúde pública faz-se crescente na sociedade atual, evidenciando a urgência da alteração desse cenário preocupante.
Primeiramente, é imprescindível fazer o levantamento das principais causas da fragilidade mental .Isto é,a sanidade mental das pessoas esta comumente corrompida pela pressão que a sociedade exerce sobre o indivíduo, tal como, as questões que envolvem os estudos para um grande evento relacionado à faculdade e, principalmente, questões de origem econômica e empregatícia.Fatores esses, são facilmente observados em centros educacionais, segundo a pesquisa obtida pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior(Andifes), que aponta cerca de 80% dos estudantes universitários como vítimas de algum transtorno de ansiedade e depressão.
Por conseguinte, cabe, também, salientar que a chegada da tecnologia e da globalização não só possibilitou a quebra de barreiras e a difusão do conhecimento, como também potencializou, por meio da constante exposição a redes sociais digitais, a autocobrança pela perfeição e enquadramento em padrões estéticos e sociais ilusórios. Isso, de acordo com o pensamento de Schopenhauer de que os limites do campo da visão humana determinam suas ações e anseios, ocorre porque a educação básica e social não prepara os cidadãos para um mundo tecnológico e de alta exposição. Acarretando, quase sempre, em indivíduos com saúde mental delicada e líquida.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Para que isso ocorra, cabe a Secretaria da Saúde desenvolver palestras e virtude do combate à insalubridade mental e, vinculá-los em centros educacionais a fim de mobilizar a comunidade estudantil a previnir-se com a ajuda de psicólogos e terapeutas. Ademais, com o intuito de oferecer ajuda e inimizar o aumento da taxa de suicídios, cabe ao Ministério da Saúde desenvolver núcleos de atendimento que ofereça amparo aos indivíduos que passam por crises de ansiedade e depressão. Dessa forma, a sociedade tornar-se-á livre das mazelas que inferem na instabilidade psicossocial sofrida pelas pessoas no século XXI.